O tema que a professora passou era Rio de Janeiro, as peculiaridades do carioca.

Rachell escolheu o Saara por ser um lugar que ela sempre freqüentou desde pequena e, além disso, em sua concepção, não há lugar parecido em cidade nenhuma. É muito cheio de símbolos e signos, por exemplo, os anuncios da radio Saara.

 

 

 

 

O livro chama-se Balangandã e Jóia Rara pelo seguinte: no Saara, você encontra o mais barato e, em contraste, há umas lojas chiquérrimas. Outra coisa, lá vê-se um monte de coisas vendendo e a loja mais chique do shopping tem o enfeite que foi comprado no Saara.

 

 

 

 

“Tem um capítulo, no livro, que eu falo que o Saara fez a história do Brasil. A Alfândega, por exemplo, tudo que chegava no porto ia para lá. Os imigrantes compraram as casas e no andar de baixo construíram as lojas. Falo da rivalidade entre árabes e chineses, que chegaram em 90. Os árabes eram conservadores, as mulheres trabalhavam do lado de dentro, enquanto os chineses chegaram e colocaram a família inteira para trabalhar do lado de fora, até criança.”

 

 

Capítulo do livro que fala sobre a história da Alfândega

 

   

 

 

Página que fala sobre os imigrantes chineses e árabes

 

 

 

 

 

Contato de Rachell Santana:  rachell_santana@yahoo.com.br

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